Páginas
... um espaço de partilhas em Amor...
... um espaço de partilhas em Amor...
sexta-feira, 8 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
OS MANDAMENTOS DO CASAL - 1ª MANDAMENTO
Os dez mandamentos do casal
Uma equipe de psicólogos e especialistas americanos, que trabalhava em terapia conjugal, elaborou os Dez Mandamentos do Casal.
1. Nunca irritar-se ao mesmo tempo: A todo custo evitar a explosão. Quanto mais a situação é complicada, mais a calma é necessária. Então, será preciso que um dos dois acione o mecanismo que assegure a calma de ambos diante da situação conflitante. É preciso nos convencer de que, na explosão, nada será feito de bom.
“Há criaturas que são como a cana, mesmo postas na moenda, esmagadas de todo, reduzidas a bagaço, só sabem dar doçura...”
Seria muito eficaz usar a doçura para enfrentar os desafios da vida a dois.
----------------------------------------
Bibliografia:
AQUINO, Felipe. Família, Santuário da vida. Canção Nova, 2006Teologia do Matrimônio. Santuário, 2009.BENTO XVI, Papa. Carta Encíclica: Deus Caritas Est. Paulus, 2009.PAULO II, Papa João. Encíclica: Sexualidade, Verdade e Significado. Paulinas, 1998.Catecismo da Igreja Católica. Paulinas, 1998.
terça-feira, 5 de julho de 2011
2º MANDAMENTO
2. Nunca gritar um com o outro: A não ser que a casa esteja pegando fogo. Quem tem bons argumentos não precisa gritar. Gritar, muitas vezes, é próprio daquele que na sua insegurança, precisa impor pelos gritos aquilo que não consegue pelos argumentos e pela razão.
Bibliografia:
AQUINO, Felipe. Família, Santuário da vida. Canção Nova, 2006Teologia do Matrimônio. Santuário, 2009.BENTO XVI, Papa. Carta Encíclica: Deus Caritas Est. Paulus, 2009.PAULO II, Papa João. Encíclica: Sexualidade, Verdade e Significado. Paulinas, 1998.Catecismo da Igreja Católica. Paulinas, 1998.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
3º MANDAMENTO
3. Se alguém deve ganhar na discussão, deixar que seja o outro: Perder uma discussão pode ser um ato de inteligência e de amor.
Dialogar jamais será discutir, pela simples razão de que a discussão pressupõe um vencedor e um derrotado, e no diálogo não. Portanto, se por descuido nosso, o diálogo se transformar em discussão, permita que o outro “vença” para que mais rapidamente ele termine. Discussão no casamento é sinônimo de “guerra”; uma luta inglória.
Que vantagem há em se ganhar uma disputa contra aquele que é a nossa própria carne?
É preciso que o casal tenha a determinação de não provocar brigas; não podemos nos esquecer que basta uma pequena nuvem para esconder o sol. Às vezes, uma pequena discussão esconde, por muitos dias, o sol da alegria no lar.
Bibliografia:
AQUINO, Felipe. Família, Santuário da vida. Canção Nova, 2006Teologia do Matrimônio. Santuário, 2009.BENTO XVI, Papa. Carta Encíclica: Deus Caritas Est. Paulus, 2009.PAULO II, Papa João. Encíclica: Sexualidade, Verdade e Significado. Paulinas, 1998.Catecismo da Igreja Católica. Paulinas, 1998.
domingo, 3 de julho de 2011
4ª MANDAMENTO
4. Se for inevitável chamar a atenção, fazê-lo com amor: A outra parte tem que entender que a crítica tem o objetivo de somar e não de dividir. Só tem sentido a crítica que for construtiva; e essa é amorosa, sem acusações e condenações. Antes de apontarmos um defeito, é sempre aconselhável apresentar duas qualidades do outro. Isso funciona como um anestésico para que se possa fazer o curativo sem dor.
E reze pelo outro antes de abordá-lo em um problema difícil. Peça ao Senhor e a Nossa Senhora que preparem o coração dele para receber bem o que você precisa dizer-lhe.
Deus é o primeiro interessado na harmonia do casal.
Bibliografia:
AQUINO, Felipe. Família, Santuário da vida. Canção Nova, 2006Teologia do Matrimônio. Santuário, 2009.BENTO XVI, Papa. Carta Encíclica: Deus Caritas Est. Paulus, 2009.PAULO II, Papa João. Encíclica: Sexualidade, Verdade e Significado. Paulinas, 1998.Catecismo da Igreja Católica. Paulinas, 1998.
sábado, 2 de julho de 2011
5º MANDAMENTO
5. Nunca jogar no rosto do outro os erros do passado: A pessoa é sempre maior que seus erros, e ninguém gosta de ser caracterizado por seus defeitos. Toda vez que acusamos a pessoa por seus erros passados, estamos trazendo-os de volta e dificultando que ela se livre deles. Certamente não é isso que queremos para a pessoa amada.
Papa Paulo VI, diante da guerra fria e da ameaça de guerra nuclear, avisou o mundo:
“A paz impõe-se somente com a paz, pela clemência, pela misericórdia, pela caridade”. Ora, se isto é válido para o mundo encontrar a paz, muito mais é válido para todos os casais viverem bem. Portanto, como ensina Thomás de Kemphis, na Imitação de Cristo, “Primeiro conserva-te em paz, depois poderás pacificar os outros”.
Bibliografia:
AQUINO, Felipe. Família, Santuário da vida. Canção Nova, 2006Teologia do Matrimônio. Santuário, 2009.BENTO XVI, Papa. Carta Encíclica: Deus Caritas Est. Paulus, 2009.PAULO II, Papa João. Encíclica: Sexualidade, Verdade e Significado. Paulinas, 1998.Catecismo da Igreja Católica. Paulinas, 1998.
Assinar:
Comentários (Atom)
